Psicologia - Desenvolvimento Pessoal
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"A MAIS DIFÍCIL DE TODAS AS COISAS É CONHECERMO-NOS A NÓS MESMOS"
(Tales de Mileto, 625 a.c.)
Hoje em dia, procurar ajuda psicológica especializada faz parte do quotidiano de muitas pessoas, pelo que é perfeitamente natural que em algum momento da sua vida, necessite dos conhecimentos de um profissional.
No entanto, é comum que existam dúvidas acerca do trabalho do psicólogo e de que forma este o(a) poderá ajudar.
Por esse motivo, encontrará aqui o acesso a diversos temas que poderão esclarecê-lo(a) acerca da eventual necessidade de procurar aconselhamento psicológico, assim como algumas das áreas de intervenção em crianças, jovens e adultos.
Experiência profissional
Miguel A. Ferreira
Licenciado em Psicopedagogia, com Pós- Graduação em Psicologia Clínica e da Saúde
(Carteira Profissional Nº23-1561-45)
Master Practitioner e Trainer em Programação Neurolínguistica / Hipnoterapeuta Clínico
Conferencista e Palestrante Motivacional
Formador certificado pelo IEFP
Especialização complementar em:
Experiência profissional em Clínica Privada nas consultas de Pscologia Clínica e Psicopedagogia Clínica: Avaliação Psicológica e de diagnóstico; Acompanhamento Psicológico/Psicoterapêutico e apoio psicológico ao nível da Psicologia da Saúde.
Serviços de Psicologia (texto: explicação do tipo de serviços)
Apoio e aconselhamento psicológico
Por vezes deparamo-nos com circunstâncias de vida que ultrapassam a nossa capacidade de resposta, sendo que este tipo de apoio e aconselhamento tem por objectivo promover o bem-estar psicológico de qualquer pessoa que esteja a atravessar uma situação difícil e/ou problemática. Nem sempre é necessário recorrer a uma terapia prolongada, sendo que, em algumas situações específicas, uma intervenção imediata com recurso a algumas estratégias, permite que o foco do problema seja precocemente identificado e resolvido.
Quando a pessoa sente que algo está a interferir significativamente com a sua vida e que não está a conseguir ultrapassar sozinha essa situação, é importante que recorra a ajuda profissional no sentido de minimizar ou mesmo terminar com a causa do problema.
Acompanhamento psicoterapêutico
Este tipo de acompanhamento permite um processo de crescimento e desenvolvimento pessoal privilegiado, no sentido em que a pessoa procura obter junto do terapeuta mudanças internas positivas e significativas, que lhe ofereçam uma maior qualidade de vida e felicidade.
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No entanto, estas mudanças podem demorar algum tempo a ser alcançadas, pois ao longo da nossa vida adquirimos padrões de funcionamento e mecanismos de defesa que frequentemente se revelam disfuncionais, mas que mesmo assim são aqueles que aprendemos e conhecemos. Apesar desses padrões nos poderem provocarem sofrimento e mal-estar, estão muitas vezes enraizados e necessitam de uma alteração ao nível da personalidade. Isto implica trabalhar crenças, pensamentos, sentimentos e acções, que apenas podem ser conduzidos num espaço de compreensão, empatia, exploração e partilha.
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Por estes motivos, num processo psicoterapêutico deste género, a regularidade das sessões e comprometimento pessoal são pontos-chave no sucesso da terapia e consequentemente no bem-estar da pessoa.
Aconselhamento Parental
Como educar uma criança? Todos os pais passam pela experiência de, em determinadas alturas, não saberem qual a melhor forma de agir com os filhos e com os múltiplos desafios e exigências que isso implica. Mesmo após um primeiro filho, cada novo elemento na família traz mudanças fundamentais ao seio familiar que podem ser vividas com maior ou menor dificuldade. Independentemente dos obstáculos, a verdade é que os filhos não trazem na altura do nascimento um "manual de instruções" que nos permita definir previamente a melhor forma de lidarmos com eles. É uma constante adaptação que tem de ser encarada como uma contínua aprendizagem de todos os intervenientes da família. Cada filho acaba por formar a sua própria individualidade, sendo que isso transcende largamente comportamentos à semelhança dos seus pais e que vão ao encontro das suas expectativas. Uma maior flexibilidade a este respeito permite que se encontre um equilíbrio entre as suas próprias "teorias educacionais" e os objectivos, capacidades e sentimentos da criança.
É importante que os pais tenham noção das diferentes transformações desenvolvimentais por que o filho está a passar, nomeadamente das suas competências e limitações, assim como das tarefas apropriadas a cada fase, para poderem educar o seu filho com tranquilidade mas também com persistência. Esta tarefa constante e diária exige uma combinação de factores pessoais e relacionais que têm de ser suportados por uma estabilidade emocional razoável tanto da figura materna como paterna.
Por vezes, os pais avaliam-se como pouco capazes de transmitir as suas vontades e regras, reforçando a ideia de que os filhos já nasceram com tendência a ser teimosos, irrequietos ou mal comportados e que não há nada a fazer em relação a isso. Outros, relativizam demasiado certos comportamentos, tendo a ideia de que com a idade tudo irá passar e que o problema se resolverá por si só. Também há aqueles que sentem a educação do filho com ansiedade e que pelo contrário valorizam e analisam excessivamente os comportamentos deste e os seus possíveis significados.
Educar uma criança exige muita disponibilidade, energia e tolerância às frustrações. No entanto, não nos podemos esquecer que os próprios pais, durante esse longo período de educação, estão igualmente a passar por transformações e também têm de responder a desafios pessoais, profissionais, financeiros, de relação com o cônjuge, entre outros.
A gestão de todos estes processos pode levar à necessidade de procura de aconselhamento de profissionais habilitados a orientar e esclarecer os pais, quanto a possíveis dúvidas ou mesmo dificuldades quanto a diversas questões que surjam na dinâmica familiar e no comportamentos dos filhos. Este aconselhamento pode ser feito somente com os pais ou, dependendo da problemática, também com sessões individuais com os filhos. Pode não ser necessária uma intervenção terapêutica com os filhos, mas a intervenção com os pais é sempre indispensável, pois são estes que vão ter um papel fundamental na alteração ou adaptação de rotinas e estratégias na educação parental.
Orientação Escolar e Profissional
Um dos aspectos importantes no trajecto escolar de um adolescente prende-se com a definição da sua vida futura no âmbito profissional. O 9ºano de escolaridade assume-se como a primeira altura em que o jovem tem realmente de decidir qual a área predominante de estudo nos próximos anos de aprendizagem. Por esse motivo, aconselha-se que nesta altura o aluno faça provas de orientação vocacional, que o ajude a esclarecer dúvidas e a tomar uma decisão mais madura e consciente.
Estas provas, também denominadas por testes psicotécnicos, irão recolher dois tipos de informação essenciais: os Interesses e as Aptidões. Os interesses dizem respeito às áreas pelas quais o jovem demonstra maior motivação e gosto e também ao que projecta que possa vir a ser a sua realização profissional, enquanto que as aptidões estão relacionadas com as suas reais capacidades nas diferentes áreas.
Escolher uma área de estudos ou um curso de carácter técnico-profissional nem sempre se afigura uma tarefa fácil, pelo que é natural e frequente existirem indecisões, angústias e receios. Implica uma série de factores que devem ser analisados entre o aluno e o psicólogo na entrevista de orientação, como por exemplo uma discrepância entre as aptidões e os interesses, as expectativas do aluno, os desejos mais ou menos explícitos dos pais que podem gerar ambivalências no jovem, a falta de informação relativamente aos cursos e à relação destes com o mercado de trabalho, a consciência de que é difícil perceber o que realmente gostará de fazer daqui a uns anos, entre outros.
É importante frisar que esta escolha não é estática e não se pretende criar um determinismo à volta da mesma, ou seja, actualmente as nossas escolas permitem ao aluno frequentar exames de disciplinas que não estão contempladas no seu currículo, havendo sempre a oportunidade de mudança numa perspectiva de prosseguimento de estudos após o 12ºano.
Como ponto de partida, devemos compreender que para que o aluno obtenha sucesso numa determinada área, é necessário que exista para além dum investimento intelectual, um investimento afectivo e emocional que funcione como a “alavanca” no desejo de aprender. Para que isso aconteça, é necessário considerar a possibilidade de mudanças no trajecto do aluno e deixá-lo criar o seu espaço onde este aprenda a movimentar-se com segurança e liberdade, assim como a assumir uma responsabilização perante as suas decisões.
Os alunos do 12ºano de escolaridade que pretendam prosseguir estudos também beneficiam de uma orientação vocacional, independentemente de já ter sido realizada no 9ºano. Isto porque no 9ºano a decisão contempla uma área de estudo que é mais generalista, sendo que a partir do 12ºano a escolha já é específica e reveladora daquilo que será o futuro profissional do jovem. Para além das dificuldades apontadas anteriormente, enquanto processo de decisão, aqui são acrescentadas muitas vezes outro tipo de dúvidas, relacionadas com as médias e requisitos de entrada na universidade, com as localidades do país em que existem determinados cursos, com as saídas profissionais, ou mesmo com um sentimento de enorme pressão por não se saber verdadeiramente qual o curso de interesse.
Existem alunos que desde muito cedo manifestaram interesse por uma determinada área, e começam a esboçar um percurso mais linear, tornando-se eventualmente profissionais realizados. No entanto, um jovem que sempre soube aquilo que quis não é necessariamente o mais bem sucedido. As dúvidas, os receios ou mesmo os erros nas escolhas fazem parte de uma aprendizagem e de um processo de evolução característico de qualquer ser humano e que atinge uma maior intensidade na fase da adolescência, por ser característica de enormes mudanças físicas e emocionais num curto espaço de tempo. Assim, se um jovem está muito indeciso relativamente ao seu futuro e prolonga a sua decisão, isso não é sinónimo de fracasso ou desinteresse no futuro e pode junto dos pais procurar profissionais especializados que certamente o saberão ajudar e orientar nesta fase importante da sua vida.
Aconselhamento Conjûgal
Avaliação Psicológica e de Diagnóstico
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